terça-feira, 17 de novembro de 2009

Quando menos esperas

Lá encontrei a música final do filme "A esperança está onde menos se espera", de Joaquim Leitão. A música, essa, é de Sir Scratch e foi produzida pelo Samuel, o Kid. Apesar do filme não ser nada de especial, tem grandes planos e grandes partes... É pena só que a história no global se paute por um lamechismo sem fim. Ainda assim safa-se também esta música final, bastante fácil de ficar no ouvido.




quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Os 75 anos da Acção Católica

Estive para escrever cá no passado domingo, a propósito do Aniversário da Acção Católica, ou melhor, do dia em que se festejou os 75 anos desta. Foi um prazer ter ido ao Porto naquele dia, não só pelo convívio com os restantes militantes do MCE que lá se encontravam, mas por ver tanta gente da Acção Católica, incluindo algumas caras que já não via há alguns tempos.
Como militante antigo do MCE, para mim a Acção Católica, a sua história e o seu contributo claro para o futuro da Igreja e do país são coisas que tenho bastante presentes. E foi bom ouvir um perito sobre "Acção Católica" - parece estranho existir tal -, Paulo Fontes, que foi militante do MCE mesmo no início (transitou da JEC se não me engano), e, como disse a pessoa que o introduziu, "foi o primeiro coordenador do MCE depois da junção entre JEC e JUC."

Depois, foi a vez do Bispo do Porto, D. António Clemente, discursar sobre a importância da Acção Católica, principalmente, no trabalho laical. E foi, provavelmente, a intervenção de que mais gostei. Clareza de ideias, um discurso fluído e perceptível onde foi falando de alguns podres da Igreja actual, com piadas pelo meio. Ainda ontem me lembrei de uma muito boa: a Fábrica da Igreja, que para ele deveria existir não para fazer edifícios e construcções mas para "fazer filhos de Deus - é para isso que serve a Fábrica - fabricar filhos de Deus". Também enviou alguns recados a padres, bispos e leigos, inclusivé os da Acção Católica.

A verdade é que conheço muita gente da Acção Católica que vive em constante luta armada - queixam-se que a Igreja não nos liga, que não nos apoia, que não nos dá Padres... Enfim, algumas até podem ter algum fundo de verdade, eu concordo, mas estamos na altura de passar a ter outra mentalidade. A mentalidade de luta da Acção Católica tem que ter uma componente de esperança e fé - afinal é Católica esta Acção. O futuro dos Cristãos passa por acreditarem que podem fazer muito com o pouco que têm. Penso que não há outra forma. E se nos identificamos com aqueles que menos têm e que mais sofrem, que moral teremos nós de exigir tanto quando acreditamos que os têm tão pouco podem também conseguir uma vida melhor, se forem preserverantes na fé e na esperança? O testemunho de Esperança; As pontes de Esperança com Outros; A encarnação dos valores de Cristo... é por isto que teremos de nos pautar. Ainda assim, não esquecendo a luta, não por nós, Movimentos, mas pelos que menos têm, pelos que mais precisam. A luta e a História não podem mesmo ser travadas.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Tudo ao molho e fé em Deus

Estou farto de "bola para a frente", tudo ao molho e fé em Deus. E não, não me refiro ao Vitória. Irra! Será difícil pensar nas coisas antes de as fazer? Planear, preparar, precaver... Fogo! Era uma lista infindável de verbos acabados em -ar e -er que só me andam a ***er o juízo. Deus queira que eu não seja assim. Serei?
"A mim que me importa" - diria o Aleixo.



domingo, 1 de novembro de 2009

I know you're somewhere out there...



Adoro a música e adoro o clip. E depois é Londres... sinceramente, para uma música assim, a cidade está perfeita! E tudo assim faz sentido.

Oh, hold still for a moment and I'll find you
I'm so close, I'm just a small step behind you girl
And I could hold you if you just stood still

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Thursday

Ah, e amanhã que dia será?

"Thursday I don't care about you"

"Thursday doesn't even start"

"Thursday never looking back" 

"Thursday watch the walls instead"

I don't care! Friday I'm in love!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Eureka!

A passagem do filme Rio Bravo no CCVF, em Guimarães, despertou cá em casa mais uma conversa sobre "có -bóis"! Falando com o meu pai, grande fá de John Wayne, tentávamos (eu e o meu irmão) saber como se brincava aos "có-bóis". Acho que o importante era mesmo inventar um nome, ou pegar num nome de um actor e representar o papel de bom da fita - O mata índios - "Có-Bói".
O meu pai parece que era o John Wayne - o que é um orgulho... se a memória dele for verdadeira e não romântica para pensar que fazia sempre de grande herói (ainda bem que não fazia de James Dean, senão gabava-se da beleza). O outro nome que ouvimos que nem sei se existe soa a "Johny Mula". Ou era o Manel - amigo do meu pai - que inventava nomes destes, como o mítico Johny Mula (atenção! Para mim passou a existir um Johny Mula), ou então existe alguém com um nome muito parecido com o sujeito em cima.

Mas a grande descoberta, a Eureka da noite, surgiu quando lhe perguntei:

"- Oh pai, onde é que era o faroeste?
" E responde-me o meu pai, com naturalidade e seriedade: - Era onde é o Estádio do Vitória."

Eia! Está percebido o sentido da coisa. Aquilo ainda agora é o faroeste, e faroeste que é faroeste não se livra da fama... Andam lá espíritos índios a voar e há cada vez menosJohn Waynes. Ainda ontem, foram só índios, mas o Rui Wayne Miguel conseguiu impor algum respeito, mesmo na cartuchada final... Menos mal. Calámos alguns índios, principalmente um que andava pelo meio do faroeste, vestido de amarelo! Bandido!

Na imagem: Moreno, Nuno Assis e Rui Miguel