terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O Haiti e o Ensaio sobre a Cegueira


Hoje dei comigo a pensar nisto... Não foi a primeira vez que relacionei o Haiti com o Ensaio sobre a Cegueira, do Saramago. Mas com a história de mais uma pessoa que foi descoberta, um mês depois, voltei a relacionar.
A cada história que se sabe, a cada motim ou a cada imagem que aparece das pessoas em luta por comida, pelos melhores lugares, e até pelas lutas para eliminar a concorrência, vejo o Ensaio sobre a Cegueira, mas com algo que não é comum: a cegueira. Também no livro, sempre pensei que a Cegueira era a forma menos chocante de dizer o que aconteceria com uma catástrofe ou com uma epidemia em qualquer sociedade organizada. No Haiti, temos visto cada vez mais exemplos de que o desespero leva a coisas inacreditáveis, tal como no livro...Felizmente que não é uma epidemia, e que o resto do mundo não os deixa lá ao abandono com medo de ficarem doentes. Numa coisa, isto foi melhor, que foi no facto de ter tido uma grande ajuda da parte do resto do mundo. Agora, falta perceber se será resolvido como o enlace do Ensaio sobre a Cegueira, com uma espécie de toque de magia, o que não me parece, efectivamente.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Obrigado!


"Era muito bom que nos soubéssemos indignar por bem. Não se trata de perder a cabeça com o disparate ou injustiça, mas antes de não perder a força de gritar e agir contra eles. Por bem! Quando Jesus pegou no chicote às portas do Templo não queria mal aos vendilhões, mas era o único modo que o amor tinha de libertar a casa de Deus e de abrir os olhos daquelas pessoas para os seus erros e corrupção."
in Não há soluções, há caminhos, Pe. Vasco P. Magalhães sj

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Guimarães

Basta chover intensamente durante cerca de duas horas e a parte baixa da cidade de Guimarães fica completamente caótica.
Mal saí do trabalho, comecei a descer a rua de Vila Pouca para a Igreja dos Santos Passos e a água descia a uma velocidade enorme, sem que houvesse, pelo caminho, caixas que escoassem a água. Convém dizer que esta estrada teve o piso remodelado há cerca de dois meses!
Perto do monumento Nicolino a estrada já era um lago e tive que atravessar a passadeira aos salticos... No S. Francisco, não havia grande problema, incrivelmente - depois do que se passou da última vez que a chuva foi mais forte, com lojas inundadas e carros a boiar, mas do lado oposto estavam os bombeiros a tentar limpar a zona do Lar que estava toda inundada. Pelas passadeiras acima se repetiam os saltos. A Caldeiroa estava até fechada ao trânsito, como seria de esperar.

A sério que não percebo como são feitas as estradas nesta cidade. Não percebo que tipo de precauções existem contra a chuva. Ainda para mais não foi assim tanta! Felizmente, não vivo numa dessas zonas baixas da cidade, senão imagino como seria cada vez que ouvisse chover. Ou ficava com o coração nas mãos ou passava-me da cabeça e ia para a Câmara Municipal fazer um chinfrinim dos Diabos!


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Eu espero...


Eu espero..., David Cali e Serge Bloch



N.B. - Mila este livro é mesmo mesmo giro. Tal como dizias. Até há coisas que gostei mais neste livro e que até teriam mais a ver com aquilo que eu espero, mas esta é uma coisa que constantemente esperamos... voltar a ver alguém. Tenho uma lista tão grande de gente que gostava de voltar a ver! Se calhar este vai ser o ano das listas...se não tiver mesmo mais nada que fazer!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Vinte/dez... 'till you get enough

Tem que ser esta a filosofia do ano vinte/dez:

"Keep on with the force, don't stop, don't stop 'till you get enough".

A frase é de uma música do Michael Jackson, uma das antigas e tem andado muito na minha cabeça. Até os U2 já cantaram isto num concerto da Tour 360º, e se calhar até a vou ouvir em Outubro!

Dois mil e nove foi um ano muito bom, ao nível pessoal, mas quero mais... Vinte/dez tem que ser melhor! Apesar de ter sido aquele ano que bateu recordes negativos em tudo, para mim a coisa foi bem boa. Foi o ano que terminei o curso, que comecei a trabalhar, que vivi grandes experiências, que conheci gente muito boa... enfim, só não fiz uma grande grande viagem (tirando Londres e Taizé)!
Para vinte/dez até estou a pensar fazer uma lista de coisas a fazer, sendo que uma será o emocionante SkyDiving! Aceito sugestões, aliás, até as peço, pois há muita coisa que gostaria certamente de fazer mas  que nem me consigo lembrar.

Para já, pelo menos, parecem excitante três dos projectos que tenho para este ano: SkyDiving, Viagem Intercontinental e Concerto dos U2. Se pelo menos duas aconteceram será excelente! But... I will not stop 'till I get enough!