quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Boa Noite

Hoje vou para a cama depois de ver que o Obama ganhou as eleições americanas! Era esta a minha preferência! Parece íntegro este senhor... Fico feliz pelos americanos, e fico feliz pelo grande passo que é haver um negro a ser presidente dos Estados Unidos da América!

Se calhar amanhã vou estar com sono nas aulas, mas, se calhar, possa dizer depois aos meus netos (se os tiver) que passei a noite a ver se o Obama ganhava ao "cheio de lábia" do McCain.

04h00 é a hora da confirmação.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Tempo

...

Estou a ficar sem tempo para isto...

A vida é mesmo frenética, principalmente quando não sabemos dizer não! E, como não consigo dizer não, faço tudo...ou meio feito, ou feito tarde! Quando é a tempo e bem...wow, que sorte!

Um dia gostava de parar o tempo, rir de quem corre nele, rir-me de mim e depois deitar-me, ainda com o tempo parado, e dormir sem tempo...mas acordar. Voltar a dar corda ao tempo, e voltar à loucura do dia-a-dia, e voltar a desejar parar o tempo, acordado!

Até posso sonhar com isso, vou fazer força para isso, vou rezar para isso! Mas se não consigo eu parar o tempo alguém conseguirá um dia...Acordado!

Dêem-me um tempo, sem que isto queira dizer que no fim do tempo dado queira acabar tudo com vocês, como acontece nas relações amorosas mais forjadas... Dêem-me um tempo (aqui), mas não me dêem um tempo de verdade! Vá lá, isso não!

...


sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Comité Europeu II

[Parte II - Bucareste]
Esta crónica não será do tamanho da anterior. Prometo!

Apesar de passar mais dias em Bucareste do que em Barcelona, a crónica de Barcelona teve um "toque" de amizade, que me motivou a precisar tão detalhadamente.
Chegámos a Bucareste e tínhamos à nossa espera os anfitriões Mihai e Codruta, sem que tivéssemos noção disto, pois já tínhamos visto que provavelmente tínhamos que esperar hora e meia pelo primeiro autocarro para o local do Encontro, nos arredores da cidade.
No dia seguinte foi bom ver caras conhecidas, que com uma ou outra mudança continuavam tal como as tinha conhecido. Foi bom ver o Pe. Chris, ainda com o entusiasmo e fé na JECI-MIEC Europa, e, acima de tudo, nas pessoas, que demonstrara nos seus primeiros dias como Assistente do MIEC, no ano passado, no Comité de Paris.
Com algumas discussões mais acesas que outras, construindo novas amizades e fortalecendo anteriores, penso que trabalhámos com enorme paixão pela JECI-MIEC, pelo bem da Internacionalidade dos nossos movimentos também.
Os dias eram feitos de plenário e de "coffee breaks", que contavam com a ajuda de uma máquina de café fantástico! A noite era feita de partilha de experiência, licor beirão e MSN. Sim, porque o Fábio acabava por ficar sempre mais um pouco porque ia para a internet, ora falar com a família, ora falar com amigos, contando desde logo, e em directo todas as emoções.
A casa onde estávamos tinha pinta, mas era rodeada de floresta por três lados, como se caísse ali no meio e só de frente é que havia vestígios de civilização. De noite vir cá fora significava um passaporte para as estrelas, e para a fantasiação. Não estivéssemos nós a pouco mais de 7km de Snagov, terra onde está enterrado Vlad III, The Impaler! Infelizmente não conseguimos lá ir :(
E, depois do nosso passeio ao centro de Bucareste, tinha mesmo preferido ir a Snagov.
O nosso autocarro para o centro de Bucareste, e obviamente do centro para Snagov era uma Mercedes, das maiores, adaptada a camioneta. Para além de ir sempre cheia e com gente de pé, era estranho entrar pela porta do "co-piloto"... Mas foi bonito ver tal coisa :-)
Bucareste não é feio, mas lindo é que não é mesmo. Tem avenidas, jardins, edifícios e certos locais com algum interesse, mas não tem, ou pelo menos não vi PRAÇAS. E uma cidade sem praças é o quê. Eu sei que os Romenos não são tão habituados ao costume Romano (apesar da ascendência ser quase a mesma) de se reunir em Praças. Nós gostámos dessa ideia, e hoje vê-se nas nossas cidades mais bonitas, ou emblemáticas as belas praças que temos. Se há coisa que gosto em Madrid é mesmo aquelas praças todas, cheias de vida e gente! Bucareste tinha gente e vida mas no metro e nas ruas. E diga-se que no Metro, as carruagens eram bastante boas, apesar de ter poucos lugares para se poder sentar. Tivemos também num centro comercial, completamente escondido por enormes painéis de publicidade, que, na minha opinião, não abrilhantam nada o edifício.
Levámos tanga dos empregados da hamburgaria onde comemos, e entrámos no jogo da tanga, prevendo sempre como seria a próxima tanga. Giro foi também entrar numa casa de banho e pedirem-me conselhos de beleza, primeiro em Romeno, o que disse não ser, e depois em Inglês. O homem pretendia estar mesmo bem arranjado, e pelo meio lá ia dizendo "Sabes, este não é o meu estilo. Mas como fica bem?" E à medida que ia mexendo no cabelo perguntava "Assim? Assim?". Enfim, weird! Segundo o Pe. Chris, isso derivava do meu estilo alternativo que lhes fazia gosto, pois sabiam que eu era estrangeiro, europeu mesmo (pois nota-se claramente que muitas destas pessoas ainda acham que o resto da Europa é que é desenvolvida, e que a Roménia é uma país de terceiro mundo. A verdade é que não é.). Ainda me chegou a traduzir a conversa de dois empregados de balcão que estavam, em Romeno, a dizerem que eu tinha um "Grande estilo"! Pena terem sido dois homens a dizê-lo, e com outro a pedir-me conselhos de beleza. Hmm, mas será que me vêem como um Sex-Symbol (e sendo assim para a semana emigro para a Roménia) ou vêem-me como uma bela bicha (sendo assim nunca mais lá ponho os pés ;) ).
Ainda em Bucareste, até foi a primeira coisa que fizemos, visitamos um Parque-Museu que reproduzia casas, igrejas, espaços e paisagens da Roménia. Brilhante como em dois minutos íamos de Bucareste à Transilvânia!! Muito bom o Museu e a sua ideia, com casas que continuam a existir, muitas, claro, em pequeno número.
Finalmente, no dia da volta, para Bergamo, deparámo-nos com uma das coisas mais surreais que já vi num aeroporto. Apesar de parecer que estávamos na Índia (aquele aeroporto de Baneasa envergonha a Roménia) , puseram um avião de guerra (um caça ou assim), extremamente potente e barulhento a fazer acrobacias pela zona do aeroporto. Claro que o tráfego aéreo devia estar fraquinho, mas que estava toda a gente boquiaberta é verdade. Também, verdade seja dita, o homem fazia passagens rente ao edifício do aeroporto, ou punha-se a dirigir para o solo a pique!!! :P (Em breve o vídeo fará parte da crónica também)
Esqueci-me de referir apenas que salvei (com a ajuda do Fran - ah Portugal) um cão da morte, que nos obrigou a prende-lo em casa, pondo umas grades e umas placas de madeira no portão da casa, que tinha uma folga por baixo. Parecia que estávamos em nossa casa... a entrar por lá dentro na boa, com o cãozinho na mão. O que vale é que aquele cão era mesmo fofo, só apetecia era trazê-lo embora.
Finalmente, na viagem para cá, quando já nos encontrávamos no Avião (depois de vestirmos uns quilos de roupa, parecendo dois ursos, resultado das malas pesarem um pouco mais do que o que permitiam) tivemos que esperar por um...helicóptero. Verdade! Um Helicóptero andava para lá a fazer uns voos inúteis, para nós, e tivemos que esperar que parasse, e ainda, que nos passasse à frente. "Esteja à vontade senhor helicóptero do exército, a gente espera!"
Gostei muito da experiência e gostei muito da Roménia! Boa gente (não me refiro às hiper-produzidas donzelas romenas apenas) e bonitas paisagens (continuo a não me referir apenas às meninas)! : P


Em breve a parte III Bucareste - Bergamo - Porto... se houver paciência para lerem isto :P Depois, prometo por fotos e vídeos desta aventura. A aventura que contará com o mais longo post deste Blog :)

sábado, 27 de setembro de 2008

Comité Europeu - Bucareste

[Parte I - Guimarães - Barcelona - Bucareste]

No dia 18 de Setembro lá fui eu de Guimarães para Lisboa, de onde o nosso voo da Vueling saía rumo a Barcelona. Pelo caminho, no Porto, ainda aproveitei a companhia da Lu, e uns seus amigos, e da Fani, no piolho. Foi uma boa noite, quando pensei que ia ser uma espera terrível. Mas é bom ter amigos, e a Lu voltou a lá estar. Ainda não escrevi cá nada do fantástico ano de trabalho que tive com a Luísa, carinhosamente Lu, mas queria publicamente agradecer todo o apoio, confiança, carinho e amizade que me deste. Obrigado, Luísa, do fundo do coração.

A caminho de Lisboa, às tantas da matina mal deu para dormir...e chegado à Capital lá tive que apanhar um Táxi "Para a Sidónio Pais, se faz favor." Ainda pensei em dormir um pouco na Sede do MCE, mas não vi maneiras... Em vez disso lá andei pela internet, a fazer alguma coisa importante que agora não me lembro. Com algum tempo, achava eu, lá fui ter com o meu parceiro de viagem, o Fran e a sua namorada, a Catarina. Ainda fomos levantar dinheiro, ou melhor, ele foi levantar, que o meu dinheiro já não levanta de lado nenhum, fui ainda tomar um pequeno almocito e depois fomos para uma paragem de autocarro.
Estranha aquela paragem, é que ninguém lá parava!! Quando íamos olhando para o relógio a nossa vida parecia andar para trás, e o relógio, parvo, andava sempre para a frente. Foi então que veio a Matemática... Pensámos que o dinheiro que pagaríamos por Táxi seria quase o mesmo que iriamos pagar os três por Camioneta para o Aeroporto. E quando chegamos ao Aeroporto passamos a mão na cabeça, como nos filmes, e dissemos "Uffa, se não viessemos de Táxi não chegávamos a tempo."

Lá fizemos o check-in, tudo correu bem e entrámos no avião, rumo a Barcelona, só com malas de mão, acompanhados por uma garrafa de Licor Beirão. A viagem foi boa, e voltei a aterrar em Barcelona, onde o senhor avião faz uma curvas belíssimas por cima do mar, e que assusta metade dos passageiros e me deixa todo sorridente.

Chegados a Barcelona foi logo tentar contactar com as nossas (neste caso, minhas) meninas queridas. Jo e Su, carinhosamente assim chamadas. Depois de algumas tentativas falhadas de contactar com a Joana!! conseguimos marcar um lugar para nos encontrarmos. Tudo me sabia a Dejà-vu, em Barcelona, até sair do comboio que me deixou na "Gracia". Tudo lembrava aquela maravilhosa viagem para Taizé, que teve paragem em Barcelona. :)

Quando cheguei à saída do Comboio, encontrava-me "sei lá bem onde" e a Joana pedia-me que fosse ter à casa do Gaudi. Andámos a procurar a famosa casa do Gaudi, perguntamos em Castelhano nos cafés da zona, mas diziam-nos sempre que havia muitas casas do Gaudi nas redondezas. Finalmente, um jovem soube-nos dizer "É do outro lado destes prédios." E lá fomos nós ver a Joana. Em frente à mais famosa casa do Gaudi encontrava-se a nossa jovem amiga (insisto que neste caso era só minha amiga, o Fran não a conhecia). Com os seus óculos de ver favoritos, ou únicos, não interessa, lá esperava ela por nós. Ganda sorriso pá! Assim vale a pena.

A Joana já parecia estar em Barcelona há anos, tal a descontração com que passeava pelas ruas da cidade, e o seu sentido de orientação não falhou nadinha, muito bem. Faláva-me das festas, das ruas, dos restaurantes, dos melhores sítios a que já tinha ido, falava-me,falava-me e eu estava a adorar ouvir.

Fomos almoçar, a um Kebab que tivemos de andar quilómetros Claro que íamos passando por outros sítios apetecíveis para comer, mas como anfitriã, a Joana tinha que nos levar ao que conhecia e que queria apresentar-nos. Isto é muito generoso, digo-vos seriamente!

No fim do almoço - tava bem bom - apareceu mais um jovem amigo, desta vez partilhado, o Vasco, carinhosamente Zef, nome dado em virtude do seu último nome: Zeferina. Com um estilo de turista e ao mesmo tempo Catalão, lá veio o Vasco e a sua constante boa disposição alegrar-nos a tarde, juntamente com a Joana. A verdade é que fizeram boa dupla!

Como já todos conhecíamos Barcelona, fomos até ao Porto de Mar, passear um pouco por lá, sentar numa esplanada a falar e a beber uns refrescos, ou comer gelados. Foi muito bom este tempo. Adoro andar assim por cidades que não são minhas, com calma e meio vagabundo. O Vasco teve de se ausentar depois para umas aulinhas de Castelhano, mas antes já tinha trocado imensas impressões com a Joana. Chegou mesmo uma altura em que eu e o Fran estávamos a falar e a Joana e o Vasco também estavam a falar entre si. Mas as suas conversas era depois partilhadas connosco, sobre as festas no Fellini e os portugueses, os brasileiros atrevidos, os italianos, a finlandesa linda, enfim, Barcelona, no seu global!

Depois, fomos a casa da Joana. Uma bela casa, parabéns Joana onde tanto eu como o Fran arrochámos um bom pedaço...Ou melhor, para nós foi um bom pedaço, e para mim foi um alívio, que não dormia há muitas muitas horas. Mas antes mesmo de entrar na sua casinha fomos comprar uma cervejolas europeias. Uma bela duma loja perto da sua casa vendia tanta tanta coisa, incluindo cerveja internacional. Para mim, foi um cervejinha polaca "Żywiec". Para a Jo uma belga, e para o Fran uma Checa. Foi pena não podermos guardar esta recordação, no aeroporto não deu mesmo para passar com as garrafas. Que pena!! Fica a memória, de beber estas jolas em frente a uma igreja, do outro lado da casa da Joana.

Antes da jolas, fomos a um sítio que eu chamaria "Chiqueiro Sexual". Ou seja, uma casa de masturbação, com todos os requintes. Entrámos, com a insistência da Joana, que como nós adorava aquela loucura de haver uma casa tão requintada para tão pouco requintado costume, pelo menos quando é praticado numa cabine com um filme porno a passar. Não me esquecerei dessa casa, podem acreditar. Aquilo mexeu comigo, e fez-me pensar "Que puto de nojo!!".

Preparámo-nos para "pegar" a Suse. Fomos ter com ela a uma qualquer saída de Metro, e foi muito bom vê-la descer as escadas em passo apressado e com um grande sorriso, que prometia um abraço com olhos. E houve abraço, e foi muito bom, a fazer lembrar aqueles que usualmente dávamos, e custa-me usar este verbo no pretérito... :S

Já com a Suse foi tentar aproveitar ao máximo a sua presença para tentar saber um pouco mais do que ela andava fazendo, de como estava a ser a sua aventura. Às vezes, verdade seja dita, havia aquele silêncio entre nós os três e isso fazia parecer que estávamos de volta a um qualquer dia de Julho em que todos tínhamos ido a um qualquer sítio passear, ou beber um big shot. Felizmente, para o próximo fim-de-semana já vou poder partir mais um pouco as costelas da Su e beber um big shotão com ela :) E tu Jo, quando vens cá?? Devias era ter vindo agora também :(

Fomos jantar a um italiano, perto das Ramblas, quando ainda não estava habituado à nova Susana, toda executiva, de cinzento chique! O jantar também valeu a pena, apesar da "Zé Carlos" da Suse não ter bebido da nossa sangria, que estava boa pa caramba. Foi pena foi ter que ir embora tão cedo...Se soubesse tinha marcado a viagem para Barcelona para um dia mais, para aproveitar da companhia destas minhas amigas que vão deixando saudades à medida que o tempo passa.

Foi tempo de ir embora, com uma massa muito boa no bucho. Abraços uma e duas vezes, foi bom mais uma vez, mas foi daquele género de abraços que pediam mais umas horas para falar, para estar, para ver e sorrir. Fomos, com tempo, para o aeroporto levantar as nossas bagagens e encaminharmo-nos para o avião. Já tinha saudades das risadas da Joana e daquele jeito estranhamente sorridente de ela olhar as pessoas quando lhe apetece gozar ou rir. Ah ah, já te conheço!! ...Saudades da Su, e do seu fantástico jeito de ser criança. É que não pára esta menina, com aqueles sorrisões tão tão genuínos. E bastam uns minutos e umas piadolas "à lá Fábio", ou então uns empurrões, ou então chamar-lhe "Zé Carlos". E esta não foram os Gato Fedorento que inventaram, pois não Suse?

No aeroporto, com o segurança a implicar com a Garrafa de Beirão, o Fran lá teve que lhe explicar que a garrafa tinha sido comprada no aeroporto de Lisboa, estava selada e podia viajar perfeitamente como bagagem de mão. O homem bem que aceitou a explicação do Fran.

Entrando no avião, foi sentar, levantar voo, esperar uma meia-hora (se tanto) e "Salut Bucuresti"! Boa impressão da Wizzair, que apesar de não ter espaço para as pernas (ao contrário do que a TAP diz ter), tem belas acompanhantes de bordo (prefiro chamar-lhes assim).
Chegado a Bucareste, nova aventura chegava também, para nós, com a visita a uma cidade e um país totalmente desconhecidos para nós, apesar das minhas amizades na Roménia, onde se destaca a Gabytza, bela pessoa que é genial comigo, mesmo à distância! :)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Coisas

Já tinha prometido escrever uma crónica sobre Taizé, que basicamente não sei se ainda escreverei...mas tenho feito tanto tanto que estas férias foram um pouco para o muito preenchidas...a toda a hora do dia!!

Só de falar na preparação do Conselho Nacional, das nossas constantes dores de barriga...grr. Lu, coitados de nós!! Mas felizmente tudo correu pelo melhor, o CN foi bom, mesmo com um último dia um pouco mais atípico. Mas tudo está sanado e temos tudo para este ano darmos um grande passo dentro do MCE. Eu só espero isso, não admitindo outro cenário! :)

Eu ainda ia escrever mais, mas a verdade é que tenho mesmo que ir embora...O meu pai já me xama "Fábio, mexe-te!". Deve ser a frase que mais ouço quando vou sair com alguém, ou quando o meu pai me leva a algum lado.

Já agora, hoje vou sair pelas más razões. O Alexandre morreu. Meu Deus, apesar de se saber já há algum tempo que, infelizmente, este nosso amigo iria durar pouco entre nós esta hora não é nada fácil, até porque dentro de nós guardamos sempre aquela réstia de esperança que um milagre aconteça...e não aconteceu. Que porra!! Ir agora a S. Sebastião vê-lo...Que porra mesmo!! Foda-se!! Não me apetece escrever mais sobre isto...Só desejo que ele descanse em paz, porque merece-a tanto, mas tanto!!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Udpating...

Juro que actualizo isto, quando tiver tempo para tal. Entretanto tenho vivido grandes dias! Obrigado a todos que têm contribuído para isso!


Updating...